sábado, 21 de março de 2009
Fãs de Talking Heads
Eu sei que já se passaram alguns anos desde esta actuação ao vivo, mas aposto que as pessoas mais atentas conseguem este duo. Corria o ano de 2003, o local Wesleyan University. Aqui o duo ainda longe do sucesso intrepetava o tema "This Must be the Place" dos Talking Heads
Dr. Jekyll and Mr. Hyde

O filme de Rouben Mamoulian foge por vezes à história imaginada por Robert L. Stevenson, mantêm a sua essência a luta entre a razão o lado selvagem do ser o humano, a eterna luta com monstro que se esconde no interior do ser humano. Rouben Mamoulian mostra com este filme de 1931 como se conta uma história utilizando para isso uma câmara. Rouben Mamoulian transfere o papel principal para a narrativa, com as suas transferências de cena e planos inovadores tanto para época como para actualidade. A primeira sequência de transformação de Dr. Jekyll em Mr. Hyde é de uma engenhosidade sem paralelos, Mamoulian para criar o efeito genial utiliza um conjunto de filtros coloridos que conjunto com uma maquiagem contrastante, fazendo com que a mesma apareça ou desapareça consoante necessidade. O expressionismo teve uma influência em Mamoulian neste filme. E assim graças Mamoulian e as interpretações de Fredric March e Miriam Hopkins este é a adaptação suprema de O Estranho Caso do Dr. Jekyll e de Mr. Hyde. Assim este filme de 1931 é uma colecção de fotogramas essenciais a quem se considere um cinéfilo ou pelo menos aprecie o cinema.
O Império do Sol

O nome será uma possível referência ao filme de Steven Spielberg, mas a banda pouco tem a ver com o drama de 1987. Empire of the Sun o projecto paralelo de Luke Steele dos The Sleepy Jackson e Nick Littlemore dos PNAU, vem ganhando um hype imenso é grande parte devido às comparações feitas aos MGMT. Para além de estética no mínimo atípica os Empire of the Sun chegam para colher os frutos das portas abertas por Oracular Spectacular. Mas Luke e Nick não se juntaram para recriar uma espécie de irmão mais novo dos MGMT. Os Empire of the Sun mantêm o psicadelismo mas fogem ao rock, mostrando-se bastante à vontade no seu lado electrónico. Walking on a Dream mostra-se assim como um álbum autónomo e coerente, esperemos que este duo seja capaz de conseguir recolher os frutos do seu trabalho árduo, sem precisarem da ajuda das comparações mais óbvias.
sexta-feira, 20 de março de 2009
A Dicotomia de Patrick Wolf

Em Magic Position Patrick Wolf aparece rodeado de cores vibrantes num cenário que relembra o conto de Lewis Carroll. Dois anos corridos, Patrick Wolf mostra uma nova faceta em The Bachelor. Com uma estética antagónica à do seu último trabalho Patrick Wolf, mostra uma nova imagem imbuída de referências à cultura sadomasoquista. Onde havia cor e inocência Patrick Wolf mostra preto e hedonismo. De volta aos sons mais electrónicos desta vez com inspiração do synth pop. Para conferir em baixo o novo single de The Bachelor, Vulture.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
A série depois do Óscar

Depois de ter ganho o óscar para melhor argumento original com o filme Juno Diablo Cody junta-se a Steven Spielberg para dar vida a uma ideia do mesmo. A o enredo da série centra-se numa dona de casa com multipla personalidade representada por Toni Collette (Little Miss Sunshine). Tara Gregson a personagem principal divide-se em três personalidades completamente antagónicas sempre que Tara não consegue resolver os problemas do dia a dia. A série transpira comédia e as personagens são bastante agradaveis, sem esquecer o excelente desempemnho de Toni Collette que aqui se mostra mais uma vez como uma excelente actriz. Uma curiosidade é que Jason Reitman o realizador de Juno, realizará em principio um dos episódios da série.
O melhor álbum do ano 2009 é...

É um tanto ou quanto inverossímil, a atitude dos media mundiais em relação a "Merriweather Post Pavillion" o mais recente álbum dos Animal Collective. Passado apenas um mês do ano de 2009 a maior parte dos críticos considera este álbum dos Animal Collective o melhor do ano. Embora este seja um facto singular, não é contudo completamente sem noção. Ao se analisar o mais recente álbum dos Animal Collective, chegamos à conclusão que este novo álbum é talvez o mais conseguido da carreira deste colectivo de Baltimore. Neste álbum os Animal Collective deixam de lado o seu lado mais lo-fi dando mais importância à produção, sem esquecer as inspirações encontradas nos álbuns mais antigos. Vale a pena conferir este novo álbum dos Animal Collective, onde os encontramos numa das fase mais inspiradas de sempre. Para analisar e aproveitar aqui fica o primeiro single "My Girls" do álbum "Merriweather Post Pavillion" onde o bom gosto musical se junta a uma imagética primorosa.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
domingo, 11 de janeiro de 2009
Novo Projecto
Comecei hoje um projecto paralelo a este blog, um novo espaço na net onde post a post pretendo ir contando uma história. Uma espécie de "conto in progress",eu sei como a história começa mas não sei como ela acaba. Quem quiser dar uma vista de olhos pode seguir este link Já Não Sou Quem Eu Era. Prometo não descurar o my name is indie, mas eu já ansiava por um projecto assim há algum tempo. Espero que gostem e não se esqueçam de comentar.
sábado, 10 de janeiro de 2009
Ano Novo, Música Nova
O calendário Gregoriano marca um novo ano e o final de 2008, trás consigo uma necessidade de renovação e assim como que inconscientemente esquecemos os sucessos do ano transacto e as bandas que acompanharam os nossos últimos 365 dias.
O novo ano trás, consigo os novos álbuns das bandas pelas quais já nos afeiçoamos os novos álbuns dos Animal Collective, Antony & the Johnsons ou Morrissey já inquietam o nosso espírito cedendo por novidades.
Mas o novo ano não se faz de confirmações, enquanto esta aquecem os nossos corações. São as novas promessas que levam a nossa mente a divagar por locais virgens ricos em novas sensações. E ao fim de alguns dia de 2009 já é possível enumerar de cabeça algumas destas promessas com possível promoção a confirmação.

O primeiro nome que me vem à cabeça é capaz de fazer a ponte entre o ano 2008 e este que agora começou. Quem passou o ano passado numa espécie de festa psicadélica ao som dos MGMT, não se preocupe pois este ano continua a ter banda sonora para a sua festa. Vindos de Brooklyn (que coincidência) os Mirror Mirror têm como influência os dias que Syd Barrett liderou os Pink Floyd e como orientador secundário está o som de algumas bandas mais recentes de Space Rock. Mais contemplativos onde os MGMT são mais efusivos, os Mirror Mirror prometem mostrar ao que vêm com o primeiro álbum de nome The Society for the Advancement of Inflammatory Consciousness.

VV Brown é o nome, o local Londres, o som uma mistura de soul com doo-wop tudo pintado com cores berrantes muito Pop. Assim se tenta definir esta menina de 25 anos que começou a carreira a escrever músicas para as Sugababes e Pussycat Dolls (nós aqui não descriminamos) e que se cansou da companhia discográfica que a tentou transformar numa nova diva do R&B. Vanessa Brown assim se tornou VV Brown e esta pegou nas influências de tenra idade onde figuram nomes como Aretha Franklin ou Ella Fitzgerald, juntou-lhe uma roupagem Indie e uns sons saídos da bandas sonora dos jogos dos anos oitenta fez aquilo que pode ser descrito como o Rato Mickey sobre o efeito de ectasy. Esta menina corre o risco de se tornar um fenómeno de popularidade no ano 2009.

Descoberta ainda antes do findar do ano, Little Boots é mestre e a música electrónica é a sua arte. Nascida Victoria Hesketh, Little Boots é cantora, compositora e domina vários instrumentos, apadrinhada por Joe Goddard (Hot Chip) com o qual produziou a música “Stuck on Repeat” o seu primeiro single mostra-se segura e não teme ser pop quando deve. A perfeição faz parte da sua natureza e é esta veia prefecionista em comunhão com o seu conhecimento da cultura Pop que a tornam numa estrela em ascenção. Eleita pelos criticos como a artista a acompanhar em 2009, espera-se que o hype se confirme nos próximos meses. (Como curiosidade fica um dos videos que Little Boots coloca todas as semanas na sua conta do youtube onde esta fez um cover de “Time to Pretend” dos MGMT usando apenas um Tenori-on)
Para terminar e porque demasiado hype faz mal à saúde (à minha saúde mental) quero referir o nome de Dan Black antigo vocalista dos quase famosos Servant. Para mostrar o genial cover de “Hypnotize” música da autoria do rapper Notorious. Onde se mostra como um Gregg Gillis dos pequeninos que quer crescer. Para além disso uma mão cheia de canções no seu myspace que são bastante audíveis.
O novo ano trás, consigo os novos álbuns das bandas pelas quais já nos afeiçoamos os novos álbuns dos Animal Collective, Antony & the Johnsons ou Morrissey já inquietam o nosso espírito cedendo por novidades.
Mas o novo ano não se faz de confirmações, enquanto esta aquecem os nossos corações. São as novas promessas que levam a nossa mente a divagar por locais virgens ricos em novas sensações. E ao fim de alguns dia de 2009 já é possível enumerar de cabeça algumas destas promessas com possível promoção a confirmação.

O primeiro nome que me vem à cabeça é capaz de fazer a ponte entre o ano 2008 e este que agora começou. Quem passou o ano passado numa espécie de festa psicadélica ao som dos MGMT, não se preocupe pois este ano continua a ter banda sonora para a sua festa. Vindos de Brooklyn (que coincidência) os Mirror Mirror têm como influência os dias que Syd Barrett liderou os Pink Floyd e como orientador secundário está o som de algumas bandas mais recentes de Space Rock. Mais contemplativos onde os MGMT são mais efusivos, os Mirror Mirror prometem mostrar ao que vêm com o primeiro álbum de nome The Society for the Advancement of Inflammatory Consciousness.

VV Brown é o nome, o local Londres, o som uma mistura de soul com doo-wop tudo pintado com cores berrantes muito Pop. Assim se tenta definir esta menina de 25 anos que começou a carreira a escrever músicas para as Sugababes e Pussycat Dolls (nós aqui não descriminamos) e que se cansou da companhia discográfica que a tentou transformar numa nova diva do R&B. Vanessa Brown assim se tornou VV Brown e esta pegou nas influências de tenra idade onde figuram nomes como Aretha Franklin ou Ella Fitzgerald, juntou-lhe uma roupagem Indie e uns sons saídos da bandas sonora dos jogos dos anos oitenta fez aquilo que pode ser descrito como o Rato Mickey sobre o efeito de ectasy. Esta menina corre o risco de se tornar um fenómeno de popularidade no ano 2009.

Descoberta ainda antes do findar do ano, Little Boots é mestre e a música electrónica é a sua arte. Nascida Victoria Hesketh, Little Boots é cantora, compositora e domina vários instrumentos, apadrinhada por Joe Goddard (Hot Chip) com o qual produziou a música “Stuck on Repeat” o seu primeiro single mostra-se segura e não teme ser pop quando deve. A perfeição faz parte da sua natureza e é esta veia prefecionista em comunhão com o seu conhecimento da cultura Pop que a tornam numa estrela em ascenção. Eleita pelos criticos como a artista a acompanhar em 2009, espera-se que o hype se confirme nos próximos meses. (Como curiosidade fica um dos videos que Little Boots coloca todas as semanas na sua conta do youtube onde esta fez um cover de “Time to Pretend” dos MGMT usando apenas um Tenori-on)
Para terminar e porque demasiado hype faz mal à saúde (à minha saúde mental) quero referir o nome de Dan Black antigo vocalista dos quase famosos Servant. Para mostrar o genial cover de “Hypnotize” música da autoria do rapper Notorious. Onde se mostra como um Gregg Gillis dos pequeninos que quer crescer. Para além disso uma mão cheia de canções no seu myspace que são bastante audíveis.
sábado, 6 de dezembro de 2008
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